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Prevenção ao Suicídio

Falar sobre suicídio é uma forma reconhecida de prevenção. Busque ajuda.

Caso Clínico

Uma jovem de 24 anos procura atendimento acompanhada de uma amiga, a quem havia dito que não via mais sentido em continuar. Relata que os pensamentos de morte apareceram há alguns meses, junto com um período de tristeza profunda, e que se intensificaram quando passou a acreditar que sua família viveria melhor sem ela. Conta que já vinha se afastando de todos e que parou de fazer o que gostava. Nunca havia falado sobre isso com ninguém, por vergonha e por acreditar que seria julgada. Este caso mostra algo que a prática confirma: a maior parte das pessoas com pensamentos suicidas dá sinais antes e responde bem ao tratamento quando encontra alguém disposto a escutar sem julgamento. Falar sobre o assunto não induz ao ato; ao contrário, abre a porta para o cuidado.

Sobre Prevenção ao Suicídio

Sabe-se que a melhor forma de prevenção do suicídio é falar sobre ele. A ideia de que o simples mencionar da palavra pode aumentar a possibilidade de se cometer o suicídio é uma falácia.

Nosso país tem uma das maiores taxas médias de suicídio do mundo. E o que é pior: com grande prevalência entre jovens entre 15 e 24 anos.

O comportamento suicida vai de um continuum de pensamento sobre acabar com a própria vida, passando pelo desenvolvimento de um plano e comportamento suicida não fatal, ao fim real da própria vida.

Sintomas

  • Ideação suicida
  • Planejamento suicida
  • Tentativas anteriores
  • Isolamento social
  • Desesperança

Tratamento

  • Amparo social (família, amigos)
  • Tratamento psiquiátrico
  • Tratamento psicológico
  • Internação em casos graves
  • Restrição de acesso a métodos